08 Outubro 2021

Benefícios da fração flavonóica purificada micronizada na disfunção microvalvular na doença venosa crónica subclínica

No âmbito do Congresso da comemoração dos 20 anos da Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular, o Simpósio Satélite patrocinado pela Servier, foi protagonizado por Joel Sousa, especialista em angiologia e cirurgia vascular no Centro Hospitalar de São João, no Porto, e membro do European Board of Vascular Surgery. Ao longo da sua apresentação, intitulada “Microvalvular Dysfunction in Subclinical Chronic Venous Disease-Current Evidences and Treatment Strategies”, Joel Sousa apresentou as mais recentes evidências do papel da disfunção micro valvular e dos potenciais benefícios do uso da fração flavonóica purificada micronizada (FFPM) no seu tratamento e prevenção da progressão da doença venosa crónica (DVC).

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06 Setembro 2021

NOVA PRÓTESE VALVULAR VENOVALVE REDUZIU SCORE DE SEVERIDADE E MELHOROU A QUALIDADE DE VIDA DE DOENTES COM DOENÇA VENOSA CRÓNICA

A doença venosa crónica (DVC) afeta os membros inferiores de 60% das mulheres e 56% dos homens. Para reduzir as consequências da DVC, é imperativo reduzir o refluxo venoso e a hipertensão venosa que se desenvolvem no sistema venoso destes doentes. Vários métodos cirúrgicos foram desenvolvidos para reduzir o refluxo, sendo que as abordagens atualmente disponíveis para o tratamento de DVC incluem medidas higienodietéticas, meias de compressão, que oferecem alívio temporário dos sintomas, mas registam uma baixa adesão à terapêutica, tratamento farmacológico oral com venoativos e intervenção cirúrgica. As opções de tratamento para a DVC do sistema venoso profundo são limitadas. Já foram testadas várias opções cirúrgicas valvulares, como a criação de válvula de reparo, valvuloplastia externa e transferência de válvula da veia axilar ou transplante, embora alguns dos resultados obtidos sejam insuficientes a longo prazo ou com limitações técnicas.

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24 Maio 2021

Estudo avalia o impacto dos parâmetros morfológicos e hemodinâmicos do sistema venoso no risco de recidiva após tratamento de veias varicosas

A introdução de métodos endovenosos menos invasivos, incluindo laser ou ablação térmica por radiofrequência, bem como ablação química com adesivos de cianoacrilato ou escleroterapia com espuma à base de detergente, criou uma elevada expectativa em relação à sua eficácia no tratamento da doença venosa crónica (DVC). Embora todos os ensaios clínicos relativos a estes tratamentos para a DVC tenham resultados a curto prazo animadores, a grande maioria não correspondeu às expectativas quando as doentes estiveram sob seguimento a longo prazo ou quando aplicados na vida real.

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21 Maio 2021

“Um terço da população portuguesa sofre de DVC, uma condição que acarreta gastos elevados, sobretudo quando surgem complicações associadas”

“A Doença Venosa Crónica (DVC) é uma patologia que afeta dois milhões de mulheres portuguesas com mais de 30 anos, verificando-se que apenas 17% destas mulheres estão a receber tratamento e aconselhamento adequado.” O médico Gianfranco Ricchiuti, assistente de Medicina Geral e Familiar na USF São Filipe, ACES Arrábida, Setúbal, é o autor destas afirmações, que proferiu durante uma conversa com o Jornal Médico a propósito de DVC.

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26 Abril 2021

Dor na Doença Venosa Crónica – mais do que um sintoma

Tendo em conta o quanto a Doença Venosa Crónica e a dor daí resultante afetam a qualidade de vida dos  doentes, o tratamento robusto da patologia de base e, paralelamente, da dor assumem-se como fundamentais. São palavras do médico Raul Marques Pereira, coordenador do Grupo de Estudos da Dor, da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, num artigo em que aborda a dor na DVC.

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15 Março 2021

Joel Sousa: O efeito do tratamento conservador baseado na fração flavonoica purificada e micronizada no tratamento do edema venoso crónico

O edema venoso dos membros inferiores define-se por um aumento visível ou palpável do membro acometido, secundário a um aumento do volume de fluido intersticial, e que acontece como consequência das alterações hidrostáticas e hemodinâmicas decorrentes da Doença Venosa Crónica. A sua presença constitui a característica clínica definidora da classe C3 da classificação CEAP e reflecte uma forma mais avançada de doença, com riscos de progressão para alterações tróficas cutâneas ou mesmo ulceração venosa.

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